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Way of Arts

preserving. creating. evolving. since 2003…

quem somos

projeto

A WOA, é um projecto de engenharia cultural que através do engenho procura a superação, a permanência de um espírito inventivo que permita ser uma das pedras de toque na procura de respostas relativas à cultura do séc XXI.
A sua missão é a de cuidar de aspectos relevantes e permanentes da cultura de uma forma consciente.
A WOA abrange várias áreas, nomeadamente conservação/restauro de património móvel e integrado, galeria de arte contemporânea, organização e direcção artística de eventos culturais, e de um programa de desenvolvimento pessoal e de actualização de potencialidades, denominado Proteus, em parceria com o Centro de Estudos da Pessoa.
Por acreditarmos numa nova forma de estar no mundo das artes, desenvolvemos uma nova filosofia, expandindo o conceito WOA para WOAU, Way of Arts United.

equipa

Artífices e técnicos superiores, altamente qualificados pela Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, Instituto José de Figueiredo, Instituto Politécnico de Tomar, Universidade Nova, Universidade Católica, Istituto per L’ Arte e il Restauro – Palazzo Spinelli Firenze, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras e CESMAR7-Centro per lo Studio dei Materiali per il Restauro, Escola Profissional de Recuperação Património de Sintra, ESTT – Escola Superior de Tecnologias de Tomar, conservam e restauram o património artístico, clássico e contemporâneo, segundo os padrões e cartas actuais de conservação e restauro.

No nosso atelier e projectos, e ao longo destes anos, trabalharam connosco os técnicos e profissionais: Adriana Voss, Ana Fryxel, Ana Rita Barradas, Andreia Tátá Ramalho, António Alves, Carolina Cerejeira, Carolina Costa, Daniela Coelho, Daniela St Aubyn, Duarte Capucho, Estevão Azevedo, Equipa do Parques de Sintra – Monte da Lua, Filipe Braz, Francisco Cavaco, Frederico Leonardo, Guilherme Leandro, Hélio Sacramento, Inês Pimenta de Castro, Isabel Esteves, Jairson Rocha, João Erse, João Henrique Marrocano, João Neto, Ketsuqui, Marc Vaz, Margarida Fonseca, Margarida Lopes, Margarida Saldanha, Maria Amélia Monteiro de Carvalho, Maria Campilho, Maria de Sousa Costa Matos, Maria Telles da Silva, Mariana Paiva Raposo, Marta Wallace, Mary Salgado, Micaela Ângela da Costa, Miguel Baptista, Miguel Teixeira, Onofre Elias, Pedro Seixas Martins, Pureza Peres, Rafaela Rosário, Rita Aguiar Pereira, Rita Maximiniano, Roger Mac, Sandra Carneiro, Sara Bernardo, Sara Mota Carmo, Sérgio Ferreira, Teresa Soromenho, Tiago Dias, Tiago Ferreira, Tiago Tomé, Ulisses Godinho, Vanessa Duarte, Vasco Luz, Vera Aguiar, e muitos outros.
Alguns destes técnicos, graças ao seu virtuosismo, permitem-nos também desenvolver trabalhos de raiz ao nível da escultura, da pintura decorativa, do douramento a ouro fino, ou da marcenaria de excelência, de inspiração clássica, moderna ou contemporânea, permitindo que todos os interessados possam enriquecer o seu património, garantindo uma herança artística às futuras gerações.

estágios

Durante 12 anos a WOA tem valorizado a fusão entre técnicos portugueses e estrangeiros, experientes e/ou recém-licenciados e estudantes de conservação e restauro. A experiência tem sido muito gratificante para todas as partes envolvidas fundamentalmente como meio de aprofundar conhecimentos.  

A Way of Arts tem assim recebido artífices e técnicos superiores, altamente qualificados de universidades nacionais e internacionais, tais como: Fundação Ricardo Espírito Santo Silva; SDE College; Instituto José de Figueiredo; Instituto Politécnico de Tomar; Universidade Nova; Universidade Católica; Istituto per L’ Arte e il Restauro – Palazzo Spinelli Firenze; Universidade de Lisboa; Faculdade de Letras; CESMAR7-Centro per lo Studio dei Materiali per il Restauro; Escola Profissional de Recuperação Património de Sintra; ESTT – Escola Superior de Tecnologias de Tomar.

Os estagiários que tivemos o prazer de receber são:
2016 _ via Inst. Pol. Tomar _ Micaela Ângela Cardoso da Costa [conservadora e restauradora]
2015 _ via Inst. Pol. Tomar _ Ana Cristina Ferreira Rodrigues [conservadora e restauradora]
2015 _ via U.Nova de Lisboa _ Joana São João [conservadora e restauradora]
2015 _ via U.Nova de Lisboa _ Joana Isabel Chambel São João [conservadora e restauradora]
2015 _ via U.Nova de Lisboa _ Leonor Carmo Rosa Mendes Ferrão [conservadora e restauradora]
2015 _ via FBAUL _ Joana Nascimento [conservadora e restauradora]
2014 _ via SDE College _ Lauge Simonsen [pintor e decorador]
2014 _ via U.Nova de Lisboa _ Nídia Catarina Tavares da Graça Silva [conservadora e restauradora]
2014 _ via U.Nova de Lisboa _ Marta Leandro Pessoa e Costa [conservadora e restauradora]
2013 _ via SDE College _ Liv Lindberg _ [marceneira, conservadora e restauradora]
2013 _ via E.P. Recuperação do Património de Sintra _ Rita Sofia Moreira Gonçalves [cons. e rest]
2013 _ via E.P. Recuperação do Património de Sintra _ Patrícia Madeira Santos Madeira [cons. e rest]
2013 _ via E.P. Recuperação do Património de Sintra _ Mariana Lourenço Guerra [cons. e rest]
2012 _ via SDE College _ Thawk [marceneiro]
2010 _ via IAO _ Sérgio Ferreira [marceneiro, embutidor e restaurador]

prémios

A Way of Arts tem visto o seu trabalho ser reconhecido, através de diferentes prémios atribuídos a projectos nos quais tem participado.

2017/2016/2015/2014/2013 _ A Way of Arts, através das diferentes intervenções de conservação e restauro levadas a cabo no Palácio da Pena, Palácio de Monserrate e Chalet da Condessa D’Edla, deu o seu contributo para a atribuição do World Travel Award à PSML, considerada pelo júri a melhor empresa do mundo em conservação.

2000 _ RICS Awards
Para “Melhor Projeto de Regeneração Urbana”, pela Reabilitação Sustentável do Palácio Belmonte.

2012 _ Prémio DNA Cascais
Para “Empresa Empreendedora do Ano 2012”.

2012 _ Prémios APOM
Menção Honrosa
Para “Melhor Intervenção em Conservação e Restauro” Refeitório dos Frades do Palácio de São Bento, Assembleia da República Nacional.

2015 _ Prémio Nacional de Reabilitação Urbana
Menção Honrosa
Salão Nobre do Palácio da Pena.

WOAU

Way of Arts United

Após ter estabelecido uma estreita parceria com a fundação DaST (Design a Sustainable Tomorrow) e o Centro de Estudos da Pessoa, acreditando numa filosofia que assenta no pensar a arte como a arte de pensar o mundo de amanhã, a vida e as relações entre quem sonha e quem faz, num claro desafio ao novo e ao diferente, a WOA desenvolveu a WOAU-Way of Arts United.

O movimento WOAU, tenta de uma forma livre, num sistema interdisciplinar, multicultural e até transcultural, conjugando diferentes sectores da sociedade, como o popular, o académico e o artístico, não só pensando mas actuando, dar o seu contributo à cultura do séc XXI, pois as obras materiais e imateriais resultantes do movimento WOAU, são o reflexo de um trabalho colectivo, que assenta na procura de uma mais sustentada forma de vida onde a arte funciona como matriz unificadora.

Sendo uma filosofia que assenta na transculturalidade e na internacionalização dos projectos, não é uma filosofia obrigatoriamente globalizadora, mas sim, uma filosofia que tenta, através da aprendizagem deste conceito de globalização, contribuir para melhorar a individualidade onde quer que esta se aplique. Precisamos de uma cultura capaz de nos ajudar a pensar o global ou o local, ou seja uma cultura “glocal”. A cibercultura que acompanha a emergência da “sociedade mundial da informação possui alguns atributos de glocal da qual a cultura internet é uma pré figuração”.
A WOA tem prezando pela liberdade individual e colectiva, cruzado interesses e sensibilidades, feito por bem cuidar de todos aqueles que serve e aqueles que com ela têm vindo a trabalhar.

O conceito WOAU tem vindo a ser desenvolvido não só através das residências artísticas\workshops mas, desde a sua origem, através da forma como tem sido estabelecido o diálogo para o desenvolvimento dos vários projectos, nas diferentes áreas, entre os responsáveis da WOA, artífices, artistas, estudantes, professores e outros criativos sempre em busca de quem pensa e faz pensar. Este diálogo, sempre que possível, é também estabelecido com a população das localidades onde os projectos são levados a cabo, no sentido de a integrar, e na tentativa de usar a arte como matriz unificadora e desencadeadora de processos de actualização de potencialidades passando da potência ao acto, e consequentemente social, numa aculturação cada vez mais necessária no enriquecimento global do intelecto.